Liberdade
O que foi feito da liberdade
Seu conceito virou imoralidade
Não se encontra em nenhum relacionamento
Deve se criar curso de ensinamento
Ate os pássaros perderam o prazer de voar
Com medo de ao seu lar não poder retornar
Suas asas se aniquilam na gaiola
Onde suas penas nas grades se embolam
O vento parece ter parado no tempo
Ninguém vive mais a contento
A liberdade na vontade do outro se transfigurou
O quanto da vida se perturbou
Que se abram as jaulas
Que a euforia retome a calma
Figurando nas nuvens os desejos
Sol ardente queimando os desesperos
Que nas sombras do verde esteja a esperança
Da alegria de viver de uma criança
Que não se atempera aos moldes sociais
E busca a felicidade nas atitudes mais angelicais
Aonde vão estes passarinhos
Fazendo e desfazendo seus ninhos
Aos cantos do mundo e ao som de seu chiado
Mas, que possam ir procurando o mundo encantado.
Luciane Dias
18.05.08
terça-feira, 21 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
SOLIDÃO LATENTE
SOLIDAO LATENTE
Independente de quantos amigos tenha
Dos sorrisos que venha a dar
E tão altos que sufoquem a tristeza
Do dinheiro que esteja na carteira
Dos costumes chiques que cerque
O quanto se peque
Buscando algo ou alguém
Das pegadas que marcam a areia
Pensamentos em forma de teia
Ou ensolarados pelos desejos
Rabiscos que transmitem o que vai na veia
Sonhos e ensejos
Da chuva que lava a alma
Orações para que as lagrimas não caia
Brincadeiras de criança
Do quanto se preserve de esperança
Há sempre uma solidão
Madura e carente
Entre o eu e o universo
Que caminha latente e em comunhão.
Luciane Dias
24. jul/08
Independente de quantos amigos tenha
Dos sorrisos que venha a dar
E tão altos que sufoquem a tristeza
Do dinheiro que esteja na carteira
Dos costumes chiques que cerque
O quanto se peque
Buscando algo ou alguém
Das pegadas que marcam a areia
Pensamentos em forma de teia
Ou ensolarados pelos desejos
Rabiscos que transmitem o que vai na veia
Sonhos e ensejos
Da chuva que lava a alma
Orações para que as lagrimas não caia
Brincadeiras de criança
Do quanto se preserve de esperança
Há sempre uma solidão
Madura e carente
Entre o eu e o universo
Que caminha latente e em comunhão.
Luciane Dias
24. jul/08
sexta-feira, 3 de julho de 2009
DESEJO ARDENTE

Quão farfalha uma alma
Revirando este desejo de palha
De fogo que queima e arde
Fazendo intenso este lado covarde
Tão guardado e enfraquecido
Este desejo vil
Revelando o lado angelical e tímido
Passando a vida por funil
Que se valha o risco da tentativa
O sabor e a cantiga
Do desejo em pratica
Que os sonhos sejam cinzas
Relatado em tintas
E evoque até as brasas intimas
17/05/2009
terça-feira, 24 de julho de 2007
Meu Mundo
Meu mundo tem 12m2
Falo com as paredes e
Canto os velhos discos guardados sob o pó
De uma canto escondido no quarto
Amiga de um mundo interativo
Desenhado na perfeição
Giro a roda a viva da vida
Sentada numa cadeira
Plantada no quadricular
Cintilante da cerâmica estampada no chão
Mergulho ávidas nas páginas de uma história bem contada
E olhando pela janela vislumbro minha vida naquele livro.
O calor de uma lâmpada fluorescente aquece meu coração
Para que eu nunca desista da vida.
Um quadro verde pendurado na parede
Estampa as orações que acalentam meu sono
E me ligam a Deus.
As caixas no armário guardam as mais belas lembranças
Dos amores de minha vida
Também as fotos dos amigos que dividi o caminhar
No fim do dia, volto pra casa
Deitada no aconchego seguro,
O vento entrando na fresta da persiana
Me cubro e descubro...
Minha vida é um belo poema solitário
Sem rimas e com versos soltos
Dotados da mais intensa poesia
Uma heresia a qualquer tristeza
Minha vida sorri para mim
Eu pra ela...
E durmo esperando o novo alvorecer.
Março- 25.03.07
Falo com as paredes e
Canto os velhos discos guardados sob o pó
De uma canto escondido no quarto
Amiga de um mundo interativo
Desenhado na perfeição
Giro a roda a viva da vida
Sentada numa cadeira
Plantada no quadricular
Cintilante da cerâmica estampada no chão
Mergulho ávidas nas páginas de uma história bem contada
E olhando pela janela vislumbro minha vida naquele livro.
O calor de uma lâmpada fluorescente aquece meu coração
Para que eu nunca desista da vida.
Um quadro verde pendurado na parede
Estampa as orações que acalentam meu sono
E me ligam a Deus.
As caixas no armário guardam as mais belas lembranças
Dos amores de minha vida
Também as fotos dos amigos que dividi o caminhar
No fim do dia, volto pra casa
Deitada no aconchego seguro,
O vento entrando na fresta da persiana
Me cubro e descubro...
Minha vida é um belo poema solitário
Sem rimas e com versos soltos
Dotados da mais intensa poesia
Uma heresia a qualquer tristeza
Minha vida sorri para mim
Eu pra ela...
E durmo esperando o novo alvorecer.
Março- 25.03.07
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